Ao estudar algumas características de populações distintas, outras características podem influenciar indiretamente na análise. Por exemplo, ao ver a taxa de mortalidade bruta (TBM) da Itália e comparar com a mesma taxa do Nordeste pode ser que a primeira seja maior que a segunda. Isso singifica que as condições de vida na Itália são piores que no Nordeste? Não. Acontece que, por causa da estrutura etária, essa comparação não é justa: uma população mais velha tende a apresentar TBM mais alta que outra mais jovem.

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knitr::opts_chunk$set(cache=FALSE) # defaults to cacheing Encerrando1 as análises usando bases de dados públicas, vamos focar no ensino superior. Inicialmente, vamos explicar o que é o Censo da Educação Superior. Depois, vamos mostrar como montar as bases de dados. E, concluindo, vamos fazer um pequeno exercício de visualização de dados. Ah, e eu vou ser muito breve neste post, por motivos de: tenho que escrever um projeto de pesquisa (:

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Há alguns dias atrás, rolou o ENEM desse ano. E daí veio a ideia para este post: analisar a desigualdade na educação entre os jovens do Ensino Médio a partir das pontuações dos candidatos. Usando R, como sempre. Vou tentar manter as complicações matemáticas fora da questão e focar na aplicação da técnica para entender o contexto da desigualdade educacional. Assim, pretendo trazer gente de outras áreas, como pedagogos e sociólogos, que podem se beneficiar de mais uma ferramenta para analisar o problema, além de contribuir com novas perspectivas para “aqueles que só pensam com números”1.

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Guilherme Jacob

Manauara.
Mestrando em População, Território e Estatísticas Públicas.
Bacharel em Direito e Economia.

Rio de Janeiro, Brasil