Encerrando1 as análises usando bases de dados públicas, vamos focar no ensino superior. Inicialmente, vamos explicar o que é o Censo da Educação Superior. Depois, vamos mostrar como montar as bases de dados. E, concluindo, vamos fazer um pequeno exercício de visualização de dados. Ah, e eu vou ser muito breve neste post, por motivos de: tenho que escrever um projeto de pesquisa (: Censo da Educação Superior O Censo da Educação Superior é conduzido anualmente pelo Inep.

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Na última quarta (29/11), o IBGE finalmente apresentou as estimativas relativas aos rendimentos de todas as fontes, além de disponibilizar os microdados para os cálculos. Ok, mas o que isso quer dizer? Aguardei ansiosamente1 para saber como as coisas irão funcionar com o fim da PNAD anual e introdução da PNAD Contínua. Antes, a PNAD trazia informações referentes ao ano. Agora, a PNAD Contínua traz informações sobre os trimestres. E quanto às informações anuais?

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O assunto de hoje são os microdados do OBMigra. Mas, antes disso, vamos apresentar um pouco do contexto institucional. OBMigra O Observatório das migrações internacionais (OBMigra) é fruto de um convênio estabelecido entre o Ministério do Trabalho (MTb), Conselho Nacional de Imigração (CNIg) e Universidade de Brasília (UnB). Sua finalidade é ampliar o conhecimento a respeito dos fluxos migratórios internacionais no Brasil, através de estudos e análises empíricas, e fornecer subsídios para a formulação de estratégias de política pública.

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Dando sequência ao post anterior, vamos analisar outra base de dados. Ou outras bases de dados? Dessa vez, falaremos dos microdados do RAIS e CAGED. Vamos? Bases do Ministério do Trabalho O Ministério do Trabalho (MTb) permite que o usuário acesse os microdados de duas bases muito interessantes: RAIS e CAGED. Bom, além de serem mais dois elementos na “sopa de letrinhas” de microdados brasileiros, o que são exatamente esses dados?

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Você sabe o que é o Cadastro Único? Sabe que uma amostra dos microdados está disponível? Sabe que dá pra analisar no R? Não? Até uns dias atrás, eu também não. Se você tem interesse nessa base de dados, vamos lá! Caso contrário, assista esse vídeo do MDS. Se, ainda assim, você não estiver interessado, bom… tem um presente no fim do post. Não tem nada muito a ver, mas vale a pena!

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Esse post é um pequeno follow-up da discussão sobre mapas de densidade de pontos, mas com um pouco mais de diretos da infância e adolescência. Vamos analisar como se distribuem espacialmente as crianças com e sem registro de nascimento, usando dados dos agregados de setores censitários do Censo 2010. Dessa vez, vamos focar em 4 capitais: Belém, Manaus , Fortaleza e São Luís. Sem mais conversa, prossigamos. Belém Manaus Fortaleza São Luís

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You can find the R code for this post here. Some time ago, I came across this nice post showing how ethnicity is distributed in London. This is very interesting, as it reveals patterns about how communities are organized and how inequality express itself upon housing locations. Our task today is to apply the same procedure to large Brazilian cities. Here’s our list of municipalities: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Salvador, and home Manaus.

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Guilherme Jacob

B.A. in Law, B.Sc. in Economics, and coding somewhere in between.
Born and raised in Manaus-AM, Brazil.

Data Analyst

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